segunda-feira, junho 30

Segunda parada : Vulcão Pacaya

Oi gente ,
Se você está achando estranho o título de segunda parada, é porque não leu o post anterior sobre Antigua....
Depois de dois dias de muito relax, ruínas e antiguidades, retornamos para a cidade da Guatemala e tivemos uma deliciosa recepção na casa do adido. Todos os instrutores do Brasil estavam lá com as suas família e tivemos um bate papo que rendeu noite a dentro.
Quando fomos para o ap do casal-mais-que-gracinha que nos recebeu, o Marcelo e a Juliana, a grande dúvida era subir o não o Pacaya, já que o tempo estava nublado. Como eu e o Beto estávamos sozinhos, queríamos aproveitar ao máximo esse tipo de passeio, pois Ber e Gui nos limitam bastante em termos de turismo de aventura. Mas os Deuses nos ouviram!!
Na manhã seguinte depois de um mega café da manhã, seguimos para o vulcão. Para que a subida fosse mais rápida, as ladies (Ju e eu) subiram à cavalo e os homens a pé como manda o figurino. Graças a Deus!!! Ia ter morrido naquela caminhada de quase uma hora antes de chegar naquele espetáculo da natureza. Ainda fui gastando todo o meu espanhol e meus parcos conhecimentos futebolísticos, com os dois guias que puxavam nossos pangarés.
Chegando a base do vulcão, ouvimos um grupo que estava mais ao longe, soltando gritos de espanto e vimos que um rio de lava acabava de se formar. Caminhávamos sobre lava seca, mas em alguns pontos sentíamos o vapor e o calor que vinha das camadas mais baixas. Gente, rendia um churrasco de primeira!! O engraçado era que fazia frio, mas de vez em quando subia um calor ... Também encontramos uma saída de gás, com as pedras bem amareladas pelo enxofre.
Depois do show pirotécnico, sentamos para um breve lanche e depois iniciamos nossa descida. Sinais da idade resolveram se manifestar através de uma irritante dor no meu joelho direito, mas consegui terminar o percurso. Juliana e eu desmaiamos no carro no caminho de volta e recuperamos as forças para um passeio no shopping e uma noite na zona rosa.
Bem, acho que as fotos vão dar uma pequena amostra do que foi esse experiência.
Desfrutem!


Vulcão Pacaya - Guatemala



Abraços
Nanda

domingo, junho 29

Primeira parada: Antigua


Pessoal,
Esta semana fizemos uma viagem deliciosa. Fomos ao país da "eterna primavera", a Guatemala. Acho que o nome se aplica não apenas a quantidade de flores e viveiros mas, para mim, cai como uma luva para a profusão de cores que encontramos no país.
No post de hoje vou falar da primeira parada que foi Antigua, para depois detalhar a outra aventura que foi a subida ao vulcão Pacaya.
Saímos de Tegus pela manhã e depois de 1 e 10 minutos de vôo, chegamos a ordeira e charmosa Cidade da Guatemala. Fomos carinhosamente recebidos pelo adido, sua esposa e pela graça da Juliana que foi nossa anfitriã chapin (o correspondente ao catracho da Guatemala).
Há apenas 45 minutos de carro, se encontra a charmosa cidade de Antigua. Assim chamada por ser a antiga cidade da Guatemala e capital do país, esta cidade histórica me fez lembrar Paraty com um toque de Ouro Preto. Ruas de pedra e muitas igrejas dão o toque do lugar. Tudo isso emoldurado pelos vulcões de Fogo, Água e Acatenango.
Depois de um rápido reconhecimento de carro, chegamos ao Hotel Casa Santo Domingo que foi um antigo mosteiro e está cercado de ruínas. A atmosfera é simplesmente encantadora. Caixas de som (bem camufladas nos jardins) estão espalhadas pelo hotel e tocam constantemente música clássica e barroca, num volume baixinho que é um deleite para a alma. Cada cantinho do hotel é decorado com flores e várias imagens antigas. São arcanjos, santos, imaculadas e vários altares que dão um toque especial. Uma quantidade infinita de velinhas ilumina os corredores, criando um ar sacro, mas ao mesmo tempo romântico.
Voltando a cidade, curtimos muitas lojinhas com a beleza do artesanato local. Quando os espanhóis chegaram, obrigaram que a diversas tribos indígenas se diferenciassem através dos tecidos de suas roupas, estabelecendo um padrão para cada uma. Por isso até hoje existe essa enorme paleta de cores na Guatemala, que me deixou apaixonada. Comprei dois hupils (tipo de camisa com apenas uma abertura para a cabeça e para os braços), cheios de detalhes e cores que vão fazer o maior sucesso no Rio .
Compramos pães artesanais em uma padaria antiga e super tradicional da cidade, assim como uma linda loja de docinhos cheia de porcelana típica. Também fiquei sabendo que na cidade está a maior catedral das Américas, parcialmente destruída por um dos vários terremotos que assolaram a cidade.
Antigua Guatemala


Abraços
Fernanda e Bebeto

segunda-feira, junho 9

Defesa do Consumidor


Amigos,
Um dos sinais de evolução de uma sociedade de consumo é a existência de uma defesa do consumidor eficaz. No Brasil temos o Procom que, na maioria das vezes, cumpre bem o seu papel. A maioria dos estabelecimentos ou prestadores de serviços, tenta resolver os problemas com seus clientes através deste órgão e evitar que a disputa vire um processo.
Aqui o buraco é mais em baixo ... Não existe nenhuma instituição com força para defender os consumidores e como consequência sofremos com os abusos de poder de lojas e instituições financeiras. Muitos hondurenhos amigos do Beto disseram, não ter cartão de crédito, pois volta e meia aparece alguma transação que eles não reconhecem e é uma luta hercúlea até que o banco os credite o valor devido. Eu, por via das dúvidas consulto as transações do cartão via internet e não abri conta corrente. Quero ver algum banco me cobrar um valor que eu não reconheço.
Sempre que vou trocar um produto em uma loja, me encho de muita paciência pois sei que o processo vai ser longo, mas hoje passou dos limites.
Ao chegar em uma loja de departamentos com uma mera forma de alumínio e sua respectiva nota fiscal, fui informada que trocas só são realizadas nas 24 horas seguintes a compra. Argumentei que a compra havia sido feita há apenas 4 dias e que o produto estava em perfeitas condições, mas tive que ouvir a desculpa esfarrapada (ou pior talvez correta) de que daria problema de invetário. Logo pensei " Que M. de sistema é esse que dá divergência de estoque com trocas feitas depois de 24 horas!!!" Saí da loja fula da vida e fui tomar um chá verde na livraria ao lado, lendo muita futilidade na Elle.
Por isso meus caros, pensem muito antes de reclamar dos nossos Procons, pois ruim com eles, pior sem eles.
Vou aproveitar para ilustrar essas minhas postagens desabafo, com fotos que tiro com o celular e que ilustram as pequenas catrachices do meu cotidiano. A primeira é dessa "inofensiva" contra mão em pleno anílio periférico da cidade.



Abraços
Nanda
Aventuras em Honduras